, mas quando a gente sente a necessidade de dar explicações, de decifrar sonhos, de oferecer ombro, mão, coração. Quando a gente passa a se interessar mais pelo outro que pela gente, quando começamos a entendê-lo além das possíveis explicações que ele te possibilita escutar, quando o desejo de estar perto é maior que a vontade de conseguir ficar longe, aí já era. E não adianta fugir nem fingir nem sumir; não adianta comprar briga com os sentidos que consequentemente passam a ter vontade própria, que não obedecem mais os comandos da mente. O único jeito é render-se, é doar-se, é arriscar-se.
"quando o desejo de estar perto é maior que a vontade de conseguir ficar longe, aí já era"
ResponderExcluirEssa foi forte e pura verdade, Suzana.
Ah se toda entrega ou rendição fosse correspondida!
Parabéns pelo blog, amei!