Deitada na cama a olhar o teto. O pensamento longe e só o vento tocando os pés. Enquanto nada acontece meu pensamento viaja no infinito que mora em mim. É isso, há um infinito em mim. Emoções, razões, crenças, estradas, discórdias, melancolia e muito, mais muito afeto.
Sabe quando a gente encontra uma real razão para admirar/amar alguém? Pois bem, eu encontrei razão (não sabia eu que com isso estava entregando as armas da batalha). Não sei se pela sua mania de insistir tanto ou se pelo hábito de me levar aos céus. Sei que encontrei motivos, razões e muitas circunstâncias. E agora? Sim, repito, E AGORA? Sem você aqui eu não tenho como me defender dos meus instintos. Não tenho como me desfazer das minhas vontades. Não tenho como fugir desse vendaval de sentimentos que confundem os meus dias. Eu lutei por você como pude, te quis por perto, te entreguei minhas verdades, te mostrei caminhos mais curtos, te levei ao teu encontro, te ensinei a levantar-se. Fiz tanto que hoje (agora) eu não posso deixar-te caminhar sozinho. Não sei se é egoísmo mesmo. Não sei se por mim ou se por você. Sei que te quero aqui inteiro, volta.
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