Estou parada diante de duas estradas.
Uma me leva até um passado não tão distante, que insiste em se fazer presente. Uma caminho complicado, escuro, estreito, cheio de pedras e obstáculos, cheio de incertezas e onde o ponto de chagada é duvidoso demais pra merecer uma tentativa, um caminho nada racional.
A outra me leva a um passado mais distante ainda, mas a um passado adormecido, que nem é tão vivo, nem me causa frio na barriga, suor nas mãos. Esse caminho sim é certo, concreto e de fácil percurso. Um caminho largo e claro.
São duas estradas, dois caminhos e uma unica oportunidade de dar ou não certo.
Há possibilidade de ser feliz existe nos dois caminhos. Um a curto prazo e outro a longo.
Odeio ter que escolher, ter que tomar uma atitude, ter que decidir entre coisas tão importantes.
Isso me deixa mal.
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