Já não sei quando feliz, quando preocupada, quando tristonha, quando amargurada, quando na lua; Já não imagino as consequências de nenhum dos meus atos; Já não escrevo quando alegre; Já não ignoro o que não me interessa; Já não suporto o que um dia para mim era necessário; Já não tenho pena dos pobres de espírito; Já não ando olhando para o chão; Já não me envergonho de ações passadas; Já não ligo pro que os outros pensam; Já não coloco o amor em segundo plano; Já sei definir o que realmente é importante na vida; Já não choro mais por qualuqer besteira; Já aprendi que o que é verdadeiro tá sempre alí; Já não faço tanta questão de certos amigos; Já não me importo com o arrogante; Já sei definir os tópicos das mais variadas listas que montam a minha personalidade; Já vejo o mundo de outra maneira; Já sei o que quero; Já sei o que não quero; E o que não quero é viver para nada, então o tudo precisa ser feito agora.
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Os sonhos são destruidos facilmente. Ou por uma tragédia que possa acontecer nas nossas vidas, ou por uma palavra dita por uma pessoa não tão legal, ou mesmo por outro sonho colocado em primeiro lugar. Em nenhuma dessas situações os sonhos saem em desvantagem, quem sai em desvatagem somos nós que nos distanciamos de algo que um dia nos foi essencial.
Realizemos os nossos sonhos agora, ou pelo menos tetemos realizá-los. Para que possamos olhar para trás um dia e ver que embora não tenha dado certo, por falta de tantativa não foi.
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