sexta-feira, 15 de maio de 2009

- sobre os meus dois últimos anos

Quando páro pra pensar nele ou nas coisas que ele diz e faz, fico naquela indecisão que não me abandona, que ultimamente tem me acompanhado em todos os momentos, desde o mais normal, até o mais complicado e difícil. Mas ai penso:
Posso deixá-lo e usufruir de toda minha 'liberdade' ou posso ficar ao seu lado e abusar de toda a sua carência.
Posso ficar indiferente ou aproveitar a sua presença para falar coisas banais ou ouví-lo falar dos seus planos pra gente.
Posso me calar ou posso falar tudo que desejo e assim melhorar o nossa relação.
Posso esquecê-lo ou lembrá-lo e rir 'daquelas' situação.
Mortal na cara, queda da cama, guerra de travesseiro, de cóssegas, aflições ao tentar resolver um caça-palavras, banhar a cachorra, deitar na rede, contar piadas sem graça, rir das próprias brigas, sonhar acordada, dar um toqui, comer chocolate, espremer cravo, morder, cosquinhas nas costas, brigar pelo lugar da cama, dar tchal quando a vontade é ficar, cobrar chocolate, desejar ser cantora, querer ter três filhos (mesmo sabendo que vai ser uma briga pra decidir o sexo), assistir filme, comer pizza, mangar, e outras centenas de coisas que só acontecem comigo quando estou feliz. Ao seu lado.
Posso estar errada, posso me arrepender, posso estar jogando minha vida fora, posso tá mentindo pra mim mesma, posso não poder fazer mais nada, posso não esquecer o passado ou sim, posso fazer centenas de coisas e ser infeliz, mas também posso aceditar no que sinto e ser muito, muito feliz.
Só quem sabe o que se passa no coração de alguém que ama tanto ao ponto de querer arriscar tudo pra ajudar o outro a crescer e ser feliz, é o seu próprio ser, a sua própria alma, o seu íntimo, o seu instinto, você. Quem busca felicidade precisa acrediatar em si mesma, além e apesar de tudo.
O quero, o desejo, o adimiro. E eu que o sei, que o vejo atrapalhado quando todos o veem responsável; que o vejo triste quando todos o veem feliz; que o vejo carente, esforçado, compreensivo, choroso, arrependido, decepcionado quando todos o veem indeferente; que acredito no seu potencial, que compreendo seus defeitos, que conheço suas limitações; que estou com ele nos momentos felizes, tristes, íntimos e sonhadores.
Sei que apesar de todos os erros cometidos (por ambas as partes) um precisa do outro como o mundo necessita da luz do sol. Quero acorda todos os dias e perguntar-te o que queres comer no café?

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